Na antevisão da partida frente ao Wolverhampton, Ruben Amorim mantém-se firme na utilização do sistema de três centrais, embora admita que possa fazer algumas mudanças táticas tendo em conta os próximos jogos.
“Quando cheguei na temporada passada, percebi que talvez não tivesse os jogadores certos para jogar no sistema [que desejava], mas foi o início de um processo. Tentámos construir uma identidade. Hoje o momento é diferente. Não temos muitos jogadores e, por isso, precisamos de nos adaptar. Eles percebem o porquê de estarmos a fazer alterações. Não tem a ver com a pressão da comunicação social ou dos adeptos. Quando vocês falam das mudanças do sistema, não posso mudar porque os jogadores percebem que estou a mudar por vossa causa. E esse é o fim de um treinador”, admitiu.
Quem ficará fora de jogo é Bruno Fernandes, que não é opção para a partida frente ao Aston Villa.
“Já diz que quer treinar, mas não há hipótese de estar em campo frente ao Wolverhampton. Impossível. Podem escrever isso”, acrescentou Amorim, antes de deixar muitos elogios ao internacional português: “É um líder. Não pode ser aquela pessoa que, quando não está a jogar, não está a falar. Está sempre a falar. É por isso que é o capitão. Às vezes tem coisas más, mas tem muitas boas. Depois de recuperar dos jogos, ou mesmo de tratamentos, vai ver o treino dos outros. Há muitas coisas que vocês não veem”.























