O Nápoles confirmou o favoritismo e conquistou este sábado a Supertaça italiana de futebol, ao derrotar o Bolonha por 2-0, na final disputada em Riade, na Arábia Saudita. Foi o terceiro título dos napolitanos na competição, depois dos triunfos de 1990 e 2014.
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A figura do encontro foi David Neres, que assinou os dois golos da partida e resolveu a decisão ainda antes da hora de jogo. O extremo brasileiro inaugurou o marcador aos 39 minutos, com um remate em arco, de fora da área, e voltou a marcar aos 57, após aproveitar um erro na construção defensiva do adversário, finalizando com classe perante o guarda-redes Federico Ravaglia.
Campeão italiano em título, o Nápoles entrou determinado na primeira decisão doméstica da época e controlou o encontro perante um Bolonha que se estreava numa final da Supertaça. A equipa treinada pelos emilianos nunca conseguiu responder à eficácia napolitana, apesar da ambição demonstrada ao longo do torneio.
Com este triunfo, o Nápoles isolou-se no quinto lugar do palmarés da Supertaça italiana, numa hierarquia liderada pela Juventus, com nove conquistas. Os napolitanos sucedem ao AC Milan, vencedor da edição anterior, então orientado pelo treinador português Sérgio Conceição, curiosamente eliminado pelo Nápoles nas meias-finais desta edição.
Já o Bolonha continua fora da lista de vencedores da prova, apesar do percurso meritório, que incluiu o afastamento do Inter Milão, líder destacado da Serie A, nas grandes penalidades, após empate no tempo regulamentar.
Esta foi a 38.ª edição da Supertaça italiana e a 15.ª realizada fora de Itália, a sexta em solo saudita. À semelhança das duas últimas épocas, a competição voltou a ser disputada em formato de quatro equipas, reunindo os dois primeiros classificados da Serie A e os dois finalistas da Taça de Itália.























